Não podemos ser contra o metrô, é preciso termos transportes como o metrô em detrimento de grandes projetos.
É necessário realizarmos um planejamento para a mobilidade e acesso das pessoas que vão usufruir do metrô.
Propõem a elaboração de um documento bem elaborado, que haja um planejamento que atenda as necessidades dos moradores e usuários, como o uso de bicicletas e transporte público adequado. O Butantã tem projeto sobre ciclovia, é preciso integrar o transporte de forma eficiente para podermos acessar o metrô andando (ao invés de carros, ou tendo que andar em túneis).
É preciso garantir que haja uma proposta de circulação com qualidade sem grandes obras.
O Metrô deveria ser metropolitano e não municipal. O projeto de ir até o Taboão foi rejeitado pelo governo do Estado.
É preciso parar com o modelo de vias radiais que acontece com as avenidas e metros.
esclarece que o PITU de 2002 (Plano Integrado de Transporte Urbano) não foi regulamentado e tratou da circulação de transporte.
É questionado se haviam vereadores/representantes políticos presentes. Uma moradora coloca que convocou políticos assim que soube sobre o projeto.
Estavam presentes:
assessores do Dept. Federal Carlos Zarattini (PT), vereador Eliseu Gabriel (PSB) e Donato (PT).
Propõem a formação de um grupo/equipe de urbanistas-profissionais para discutir propostas e soluções urbanísticas que vão de encontro com nossas necessidades, onde sejam levantadas as opiniões e a sociedade chamada para debater estas questões.
Enfatiza a questão de apresentarmos propostas além do protesto contra o projeto.
Este grupo poderia ser constituido por urbanistas que se envolvam com a causa ou se houver necessidade não descartarmos a possibilidade de em conjunto “contratarmos” profissionais.
Pergunta se há algum advogado presente (não há manifestações), pois este projeto poderia ser “barrado” pela questão da isonomia (Lei 8.666/93 – que institui normas para licitação e contratos da administração pública), questão com a qual trabalha, e no caso deste projeto está sendo ferida a idoneidade, o direito da sociedade olhar/tomar conhecimento. (Por favor me corrijam se eu entendi bem a questão)
Demonstra preocupação em relacão ao tempo que temos para nos mobilizar, se há prazos vigentes. Não podemos postergar a mobilização, temos que correr atrás antes.
Comenta sobre a possibilidade de ampliação da Av. Corifeu de A. Marques, questão que precisa ser confirmada, mas que tem sido falada e faz sentido, visto que a desembocadura do traçado da avenida-túnel gera essa demanda.
Apresenta a Associação do Morro do Querosene, que é um instrumento de organização importante para reivindicação, com CNPJ.
Reivindicam na Subprefeitura do Butantã a necessidade de existência de ciclovias na area, o que tem sido alegado que a região é muito íngreme para atender tal demanda, o que não tem fundamento.
Enfatiza que está presente no encontro porque os projetos e intervenções numa área afeta outras que não estão diretamente ligadas, por isso também nossa luta deve ser conjunta e ter uma visao ampla sobre o que está ocorrendo
Não há interesse para os moradores em fazer o túnel, nossa circulação não será beneficiada porque o acesso ao metrô para os moradores deste lado da Raposo sera pela Vital Brasil. Devemos alegar que não beneficiará os moradores de qualquer forma.
Levanta outras possibilidades em que esse traçado que interliga vias radiais pode ocorrer, como no Caxingui.
É comentado sobre a questão da valorização imobiliária da região com o túnel e metrô.
Comenta sobre a experiência de participação no movimento de moradia no centro e enfatiza a importância dos moradores estarem reunidos reivindicando a qualidade do bairro, com o espírito de preservar o que está ao lado, o olhar e cuidado com o próprio local, para garantirmos a continuidade do bairro, a tranqüilidade e o custo de vida que ainda é mais baixo. Não acredita que haverá valorização com estas obras, pelo contrário.
É moradora do bairro há 30 anos. Enfatiza a importância de avisar o máximo de moradores, chamar profissionais da USP para participar, dificilmente não haverão advogados e arquitetos que se interessarão em lutar pela causa.
É preciso divulgar.
Coisas que podem ser feitas: contar para 100% dos moradores sobre este projeto, distribuir folhetos com o endereço do blog para as pessoas entenderem, distribuir material para subsidiar isso, fazer mutirão e bater de porta em porta para convocar os moradores, chamar a atenção.
É importante centrar nesta divulgação num primeiro momento e dentro desta questão estabelecermos coisas concretas: não queremos esse projeto, a solução precisa contemplar as reivindicações.
Participou de Audiência pública na subprefeitura quando apresentaram estas propostas, a incorporação dessa área toda não existia antes, bem como do túnel no Projeto da Operação Urbana.
Pontua que a razão da aceleração do túnel é a valorização da Eiras Garcia, mas não se pensa no trânsito que será gerado na Eiras Garcia que é estreita e irá virar um caos.
Aponta que esta obra vem para ganhar dinheiro, não estão preocupados com a comunidade.
Levantar aspectos jurídicos e legais para podermos lutar contra esse projeto
Fazer intervenções na Praça, realizar feiras de troca, fazer panfletos e divulgar.
Fazer manifestações na praça
É falado em chamarmos a mídia, a TV Globo e o CQC para entrevistar prefeito e moradores.
A Previdência está organizada em associação para reivindicar. Propõem nos organizamos em uma Associação para também termos mais poder de reivindicação.
Há boatos da existência de uma Associação perto do Clube do Butantã, com a qual poderíamos nos agregar.
É falado que o Amorim realiza projeto com os alunos de estudo do bairro e abordam questões relevantes que podem ser agregadas à discussão.
A praça é o único espaço que tem para lazer. Diante do projeto é preciso convocar nossos representantes públicos.
Proposta de pintarmos camisetas, faixas.
Há a idéia de uma frase que pode ser a chamada do movimento:
“LUZ COM O FIM DO TÚNEL”
Propõem que o movimento agregue aos encontros já existentes aos sábados na Pça. Elis Regina, em que são realizadas oficinas com as crianças e a comunidade, como uma oportunidade de chamar a atenção e divulgar a questão.
Propõem que cada morador em sua instância de relações divulgue nos espaços e chame a comunidade a participar desta reivindicação (academias, centros religiosos, e etc)
Proposta de tirar a data para a próxima reunião.
Norma, do Centro Comunitário Butantã (3721-9781, Rua Alberto Tanganelli Neto, 598), disponibiliza o espaço para próximos encontros, visto inclusive que a sala da escola não estava comportando todas as pessoas.
Pela questão de confirmação da disponibilidade do espaço, o próximo encontro foi marcado:
para o dia 18 de junho
às 18hs na Pça Elis Regina, para concentração das pessoas, e depois debate no espaço externo coberto na EMEF Amorim Lima (a ser confirmado pela Comissão encarregada).
Para ampliar a divulgação, neste sábado haverá concentração das pessoas para confecção de faixas e intervenções na Pça Elis Regina, a partir das 13hs.
Ficou definido o dia 18 de junho para que a comunidade tenha tempo em realizar ampla divulgação, bem como contactar profissionais (moradores/profs USP) para contribuir com as ações.


